App lento, que trava, que não cabe na tela do celular ou que ninguém quer abrir. A gente diagnostica, refaz o que precisa ser refeito e devolve funcionando — sem jogar fora o que já foi investido e sem mexer nas regras do seu processo.
Em mais de 80 projetos que entregamos, 85% dos clientes já tinham Power Platform rodando no ambiente antes do primeiro contato conosco. A plataforma chegou junto com o Microsoft 365 e alguém da empresa construiu alguma coisa — um aplicativo de chamado, um fluxo de aprovação, um formulário que virou sistema.
O que quase nunca veio junto foi método. O resultado é um parque de aplicativos que funciona pela metade: a pessoa que construiu saiu da empresa, ninguém sabe onde o dado está, e usar aquilo no celular é um exercício de paciência. Não é um problema de ferramenta. É um problema de construção.
Jogar fora e recomeçar costuma ser a resposta errada, e cara: o processo já está mapeado dentro daquele app, as regras já foram discutidas e o pessoal já se acostumou com os nomes dos campos. O que falta é engenharia.
Dois ou três desses já justificam um diagnóstico. Cinco ou mais e a conta de não mexer costuma ser maior que a de mexer.
A ArteB, indústria de iluminação automotiva, tinha um aplicativo de programação de auditorias já em uso. Ele funcionava no sentido estrito: dava para lançar. Mas era um formulário único e comprido, os campos não cabiam na tela do celular, havia erros que interrompiam o preenchimento, e não existia nenhuma forma de ver o que já estava programado.
Refizemos a interface e a navegação inteiras, mantendo intactas as regras do processo de auditoria. As telas abaixo são do sistema real, com os dados substituídos por fictícios.


Impressionante a agilidade no atendimento e a criatividade com que desenvolvem soluções em aplicativos. Nosso primeiro projeto está promissor, prático e sob medida. Transformaram nossas expectativas em realidade e trouxeram automação e praticidade. Parabéns pelo ótimo trabalho!
Resgate não tem tabela porque o esforço varia muito com o que se encontra no diagnóstico. O que pesa, em ordem:
O diagnóstico é gratuito e termina com escopo e investimento por escrito, sem compromisso de seguir. Se a conclusão for que não compensa mexer, a gente diz isso.
Depende de onde está o problema. Quando a regra de negócio está correta e o que falha é interface, navegação e desempenho, consertar é mais rápido e mais barato — e preserva o que o time já aprendeu. Quando a modelagem de dados está errada na raiz, refazer sai na frente. O diagnóstico existe para responder isso antes de você gastar.
Sim, é a maioria dos casos. Não precisamos de contato com quem construiu, só de acesso ao ambiente. E não fazemos crítica ao fornecedor anterior: na maior parte das vezes o app foi feito por alguém da própria área, resolvendo um problema real com as ferramentas que tinha.
Não. O trabalho acontece em ambiente separado e a virada é combinada com você. Quem usa continua usando a versão atual até a nova estar homologada.
Um aplicativo de escopo fechado costuma ser medido em semanas. O que mais estende prazo não é a reconstrução: é acesso aos dados e disponibilidade de quem valida as regras do processo.
Em boa parte dos casos, não. Quando o app já roda sobre SharePoint e conectores padrão, o resgate costuma caber na licença existente. Se o diagnóstico apontar necessidade de Dataverse ou conector premium, isso aparece no relatório antes de qualquer decisão.
Pode ser só o diagnóstico. Ele é gratuito, você fica com o relatório do seu ambiente e pode executar com o time interno se preferir.
Se a resposta for "não sei ao certo", o diagnóstico começa exatamente aí — e é gratuito.
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