Platform Pro
Consultoria Power Apps

Aplicativos corporativos sob medida, dentro do Microsoft 365 que você já paga

A gente constrói o aplicativo que substitui a planilha compartilhada, o formulário em PDF e o processo que hoje mora na caixa de e-mail de alguém — com regra, permissão e histórico de quem fez o quê.

Mais de 80 projetos entregues Dentro do seu tenant, sem base paralela Diagnóstico gratuito
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O problema quase nunca é falta de sistema

A empresa já tem ERP. Já tem Microsoft 365. Mesmo assim, o pedido de compra anda por e-mail, a inspeção de recebimento é preenchida em papel e digitada depois, o apontamento de produção vira planilha no fim do turno e o controle de obra mora num arquivo que só uma pessoa sabe atualizar.

Isso acontece porque o ERP cobre o processo oficial, e a operação real tem dezenas de processos que ficaram de fora: pequenos demais para virar módulo, críticos demais para não existir. É exatamente esse vão que o Power Apps preenche — e é por isso que ele costuma dar retorno rápido, sem projeto de ERP de dois anos.

Quando um desses processos vira aplicativo, três coisas mudam de uma vez: o dado nasce estruturado em vez de nascer em texto livre, a regra passa a ser do sistema e não da memória de quem está de plantão, e o histórico fica registrado — quem aprovou, quando e com qual informação na tela.

Veja um aplicativo rodando

Abaixo, um app de controle de estoque e inventário cíclico: leitura do endereço, contagem física contra o saldo do sistema, divergência que exige motivo antes do ajuste e item abaixo do mínimo virando requisição de compra sozinho.

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Aplicativo de demonstração com dados de exemplo — construído em Power Apps sobre Dataverse.

Quando Power Apps é a escolha certa — e quando não é

Essa é a parte que costuma faltar em site de consultoria. Low-code não serve para tudo, e dizer isso antes de vender economiza dinheiro dos dois lados.

Faz sentido quando

  • O processo é interno e as pessoas que vão usar já têm Microsoft 365.
  • Existe regra clara a aplicar: alçada, limite, sequência de aprovação, obrigatoriedade de campo.
  • O dado precisa alimentar outra coisa depois — um painel, o ERP, um relatório mensal.
  • Hoje o processo vive em planilha compartilhada, formulário impresso ou corrente de e-mail.
  • O volume é de dezenas a milhares de registros por mês, não de milhões por dia.

Não faz sentido quando

  • É um produto para o seu cliente final usar, com marca própria e escala de internet.
  • Exige interface muito específica: edição gráfica pesada, 3D, jogo, design totalmente livre.
  • O volume é massivo e transacional, tipo milhões de registros por dia com latência mínima.
  • O processo não está decidido. Automatizar confusão só deixa a confusão mais rápida.
  • Já existe módulo no ERP que faz aquilo e ninguém usa — aí o problema é adoção, não ferramenta.

Se o seu caso cair na coluna da direita, a gente fala isso no diagnóstico. Já aconteceu de recomendarmos resolver com configuração do próprio ERP e não vender projeto nenhum.

O que entra num aplicativo que entregamos

Aplicativo não é só tela. O que separa um app que sobrevive de um que vira abandonware em seis meses está quase todo fora da parte visual.

CamadaO que fazemos
Modelo de dadosTabelas, relacionamentos e tipos definidos antes da primeira tela. É o que permite relatório confiável depois — e o que ninguém consegue consertar barato se nascer errado.
Telas e navegaçãoDesenhadas para o fluxo real de quem usa: o campo que a pessoa preenche primeiro aparece primeiro, e o que o sistema pode calcular, o sistema calcula.
Regras de negócioAlçada, limite, campo obrigatório condicional, bloqueio de lançamento fora do padrão. A regra fica no app, não no treinamento.
IntegraçõesERP, SharePoint, Dataverse, SQL, e-mail, Teams e, quando faz sentido, leitura de código de barras e assinatura em tela.
PermissõesQuem vê o quê, por área, por unidade, por papel — usando os grupos que já existem no Entra ID, sem criar cadastro de usuário paralelo.
AuditoriaQuem criou, quem alterou, quem aprovou e quando. Em processo que envolve dinheiro ou segurança, isso não é luxo.
AmbientesDesenvolvimento separado de produção, com solução empacotada. É o que permite corrigir sem derrubar quem está usando.
Documentação e treinoModelo de dados documentado e sessão de treinamento gravada com o time que vai operar.

Canvas, model-driven ou app dentro do Teams?

São três formas de construir no Power Apps, e a escolha muda custo e manutenção.

TipoQuando usarPonto de atenção
CanvasQuando a experiência importa: uso em campo, celular, poucas telas e muito fluxo guiado. Dá controle total do layout.Tela a tela é construído à mão, então muitas telas custam mais caro de manter.
Model-drivenQuando o app é orientado a dados: muitos cadastros, listas, filtros, visões por perfil. A interface vem pronta do modelo.Exige Dataverse, e portanto licença premium. Em compensação, escala sem retrabalho.
Dentro do TeamsQuando o público já vive no Teams e o processo é leve — solicitação, aprovação rápida, consulta.Ótimo para adoção; limitado quando o app cresce e precisa de integração pesada.

Na prática, boa parte dos projetos mistura: um app canvas para quem está em campo e um model-driven para quem administra o processo no escritório, os dois sobre a mesma base.

Licenciamento sem susto

Essa é a dúvida que mais aparece, e a que mais gera surpresa depois. Em linhas gerais:

CenárioLicença
App com dados em SharePoint, Excel do OneDrive, Outlook, Teams, Planner Incluído no Microsoft 365 Business / E3 / E5 que a empresa já tem
App com Dataverse ou conector premium (SQL, Oracle, SAP, HTTP, Azure) Power Apps Premium por usuário, ou plano por aplicativo
App usado por gente de fora da empresa Modelo de capacidade (pay-as-you-go) ou portal, conforme o caso

O desenho da solução muda o custo de licença, e quase sempre existe mais de um caminho tecnicamente válido. A gente compara os caminhos com você antes de construir, com a conta de três anos na mesa — não só a do primeiro mês.

Como funciona o projeto

  1. Diagnóstico — gratuito

    Uma conversa de 30 a 45 minutos para entender o processo, quem usa, onde o dado está hoje e o que não pode falhar. Sai dali um escopo com prazo e investimento, ou a recomendação de não fazer.

  2. Desenho da solução

    Modelo de dados, telas principais, regras e integrações definidos e aprovados por você antes de começar a construir. É mais barato mudar aqui do que depois.

  3. Construção em ciclos

    Entregas parciais a cada uma ou duas semanas, com o time de vocês vendo e usando. Nada de sumir por dois meses e reaparecer com um app que ninguém reconhece.

  4. Homologação com quem vai usar

    Teste com usuário real, com dado real, antes de virar. É aqui que aparecem as exceções que ninguém lembrou de contar.

  5. Implantação e treino

    Publicação em produção, permissões ligadas, treinamento gravado e documentação entregue.

  6. Sustentação (opcional)

    Fila de ajustes e evolução mensal, com SLA combinado. Ou treinamento do time interno para assumir, se você preferir.

O que determina o preço

Não existe tabela única, e desconfie de quem dá preço antes de saber o que o app precisa fazer. O que move o valor de um projeto de Power Apps é:

No diagnóstico você recebe a faixa de investimento do seu caso, por escrito, com o que está dentro e o que está fora do escopo.

Perguntas frequentes sobre Power Apps

Preciso comprar licença nova do Power Apps?

Nem sempre. Se a sua empresa já tem Microsoft 365 Business ou E3/E5, o uso do Power Apps com dados que moram no SharePoint, no Excel do OneDrive, no Outlook ou no próprio Teams já está incluído. A licença separada (Power Apps Premium) só entra quando o app precisa de Dataverse ou de conector premium, como SQL Server, Oracle, SAP ou um ERP via HTTP. No diagnóstico a gente mapeia isso antes de desenhar o app, justamente para você não descobrir o custo depois.

Quanto tempo leva para ter o aplicativo rodando?

Um aplicativo de processo único, com uma tela de lançamento, aprovação e consulta, costuma ficar pronto em 2 a 4 semanas. Aplicativos com várias áreas envolvidas, integração com ERP e regra de alçada ficam entre 6 e 12 semanas. O que mais atrasa projeto não é desenvolvimento: é regra de negócio que ninguém tinha escrito e precisa ser decidida no meio do caminho.

O aplicativo funciona no celular?

Funciona, e esse costuma ser o motivo de existir: quem aponta produção, faz inspeção ou lança medição está em pé, não sentado. A gente decide tela a tela o que faz sentido no celular e o que fica melhor no navegador — tabela grande com muitas colunas, por exemplo, é sofrimento no telefone.

Os dados ficam onde?

Dentro do tenant da sua empresa: SharePoint, Dataverse ou o banco que vocês já usam. A Platform Pro não hospeda dado de cliente em ambiente próprio e não cria base paralela. Nossos acessos são nominais e você revoga quando quiser, inclusive no fim do projeto.

E se a pessoa que fez o app sair da empresa?

Esse é o risco real do low-code mal feito. Por isso entregamos com documentação do modelo de dados, ambiente separado de desenvolvimento e produção, e solução empacotada — não um app solto criado no ambiente pessoal de alguém. Se amanhã você trocar de fornecedor, o próximo consegue continuar.

Dá para integrar com o nosso ERP?

Na maioria dos casos sim: por API, por banco, por arquivo ou por uma camada intermediária quando o ERP é fechado. O que define o caminho é o que o fabricante do ERP libera. A gente levanta isso no diagnóstico, porque integração é onde projeto de low-code costuma travar quando foi prometido sem checar.

Vocês fazem só o app ou cuidam depois também?

Os dois. Tem cliente que quer o app entregue e assume dali em diante — e nesse caso a gente treina o time interno. Tem cliente que prefere sustentação mensal, com fila de ajustes e evolução. A segunda opção costuma ser mais barata que contratar alguém dedicado quando o volume de mudança é baixo.

Tem um processo em planilha que já deu errado uma vez?

Traga esse caso para a conversa de 30 minutos. Saímos dela com uma ordem de grandeza de prazo e de investimento — sem custo e sem compromisso.

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